Fazer terapia em Lisboa
Critérios para escolher entre acompanhamento clínico, sessão individual, grupo ou retiro.
Ver os critériosUma prática sistémica de grupo que torna visíveis as dinâmicas invisíveis de uma família, para que aquilo que se repete possa finalmente ser reconhecido e libertado.

As Constelações Familiares são uma abordagem terapêutica que permite revelar e transformar padrões emocionais e relacionais que se repetem ao longo de gerações. Através de representações, tornam visíveis as dinâmicas inconscientes, promovendo novas compreensões e desbloqueios.
No trabalho de Constelações, há uma expansão da consciência - e uma vez expandida, não há retorno. Aquilo que se torna claro dentro de nós, já não pode ser esquecido. O que se vê, transforma.
Muita da hesitação em experimentar vem de não se saber o que vai acontecer. Este é o desenho habitual de uma constelação nos nossos retiros.
Quem constela diz numa frase o que quer olhar. Não é preciso contar a história toda nem justificar o pedido.
São escolhidas pessoas do grupo para representar elementos do sistema. Não sabem nada sobre a família em causa.
Os representantes são colocados no espaço, sem indicações de comportamento. A imagem inicial já diz muito sobre as distâncias e as ausências.
Os representantes começam a percecionar sensações e impulsos. O facilitador segue o que emerge, sem forçar direção.
São propostas frases simples de reconhecimento, que devolvem a cada um o seu lugar e o peso que lhe pertence.
Quando surge uma imagem de maior equilíbrio, para-se. A integração faz-se nos dias e semanas seguintes, sem análise excessiva.
Estes são benefícios relatados por participantes. Cada processo é individual e não há resultados garantidos.


Durante uma constelação, os participantes são posicionados no espaço para representar elementos do sistema familiar. À medida que se movem e interagem, tornam-se visíveis as tensões, as ligações e os padrões que afetam a vida do cliente. O facilitador guia este processo para que se encontrem soluções que restabeleçam a ordem e o fluxo de amor familiar.
Nos nossos retiros, este trabalho acontece ao longo de vários dias, intercalado com yoga, meditação e alimentação macrobiótica, para que haja tempo real de integração.
A pessoa que constela indica o tema em poucas palavras. Depois escolhe participantes do grupo para representarem elementos do seu sistema, por exemplo a mãe, o pai, um irmão ou uma questão como o trabalho. Esses representantes são posicionados no espaço e, a partir daí, começam a percecionar sensações e impulsos de movimento. O facilitador acompanha o que se revela e propõe frases e mudanças de posição até surgir uma imagem de maior ordem.
Não. Trabalham sem informação sobre a família e é precisamente isso que torna o processo credível para quem constela: aquilo que os representantes descrevem não vem do que lhes foi contado.
Não. Muitas pessoas fazem um trabalho profundo apenas ao representar nos processos dos outros. O que toca o outro ressoa em nós, e essa ressonância é trabalho a sério.
Uma constelação abre um movimento que se integra ao longo das semanas seguintes. Há quem sinta alívio imediato e há quem note mudanças subtis nas relações passado algum tempo. Não forçamos interpretações no próprio dia.
Nenhuma. A maioria das pessoas que chega aos nossos retiros nunca participou numa constelação. Explicamos tudo antes de começar.
São uma prática complementar de autoconhecimento com raízes na abordagem sistémica. Não são um tratamento clínico e não substituem acompanhamento psicológico ou médico.
Dúvidas sobre alojamento, refeições ou pagamentos? Veja as perguntas frequentes dos retiros.
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Ver os critériosComparação ponto a ponto entre a psicologia e o trabalho sistémico, com limites de cada uma.
Ver a comparaçãoO percurso de um acompanhamento psicológico e como confirmar a cédula profissional.
Saber o que esperarAs três facilitadoras que conduzem os retiros: constelações, yoga e alimentação macrobiótica.
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