Acompanhamento clínico regular
Sessões periódicas com um profissional de saúde mental. É o enquadramento indicado quando há diagnóstico, medicação, risco ou necessidade de continuidade. Pede disponibilidade estável ao longo de meses.
Escolher terapia em Lisboa é, sobretudo, escolher um enquadramento. Existem abordagens clínicas, abordagens corporais, trabalho de grupo, retiros e práticas complementares. Nenhuma serve para tudo e a decisão certa depende do que procura resolver, do tempo que tem e da forma como processa aquilo que sente.
Esta página é um guia de decisão. Não descreve o que se passa numa consulta de psicologia (isso está em consulta de psicologia em Lisboa) nem compara métodos lado a lado (isso está em psicólogo em Lisboa ou Constelações Familiares). Aqui o foco é apenas um: como decidir.


Antes de escolher um terapeuta ou um método, vale a pena responder a estas seis perguntas. Elas eliminam metade das opções e tornam a decisão bastante mais simples.
01
Um sintoma concreto e recente (insónia, crise de ansiedade, luto agudo) pede acompanhamento clínico regular. Um padrão que se repete há anos, sem causa evidente, pede uma leitura sistémica.
02
Terapia semanal exige disponibilidade continuada. Um retiro concentra o trabalho em poucos dias, com integração depois. Escolha o formato que consegue mesmo cumprir.
03
Há quem organize a experiência pela palavra e há quem precise de ver e sentir para compreender. As constelações trabalham sobretudo pelo segundo caminho.
04
O grupo acelera, porque devolve espelhos que sozinhos não veríamos. Se a exposição for um obstáculo real, comece por um formato mais reservado.
05
Diagnósticos clínicos, medicação e situações de risco são território de profissionais de saúde. Práticas complementares acrescentam, não substituem.
06
Mais do que o método, conta a confiança. Fale com quem vai facilitar antes de decidir e veja se há espaço para as suas dúvidas.
Sessões periódicas com um profissional de saúde mental. É o enquadramento indicado quando há diagnóstico, medicação, risco ou necessidade de continuidade. Pede disponibilidade estável ao longo de meses.
Um tema, um espaço reservado, sem grupo. Útil para questões que ainda não quer partilhar ou para uma primeira aproximação ao trabalho sistémico.
Algumas horas com outras pessoas, onde cada uma traz o seu tema e todas participam como representantes. Intenso e curto. Boa porta de entrada.
É o formato em que trabalhamos. Três a quatro dias fora da rotina, com constelações, yoga, meditação e alimentação macrobiótica. A diferença está no tempo de integração: o que se abre numa manhã tem o resto do dia e a noite para assentar, com o grupo por perto.
Ver próximos retiros e datasNestes casos, procure um profissional de saúde. O trabalho sistémico pode vir depois, como complemento.
"Constelar tem sido descobrir o poder do inconsciente e ganhar visão de águia sobre o que me separa dos meus sonhos. Exige coragem entrar nas crenças negativas, mas com a entrega da Ana Sofia Cid, tudo se torna mais claro e possível. Com ela, a Ana Cravina e a Íris Maria, através do yoga e da aliment..."
Sandra, Retiro Açores
"Parece um clichê, mas GRATIDÃO é A palavra que salta ao recordar estes dias intensos de retiro…todas as vivências, dinâmicas, o acolhimento, a própria alimentação… tudo flui com tanta harmonia e naturalidade, porque tudo vem do AMOR… até os desafios para nos confrontarmos conosco… para quem procura ..."
Renata, Retiro Mêda
O formato individual dá privacidade e ritmo próprio. O trabalho em grupo, como acontece nos nossos retiros, acrescenta o efeito espelho: ao assistir ao processo dos outros, reconhecemos dinâmicas nossas. Se procura profundidade num período curto e não se sente desconfortável em grupo, o retiro tende a ser mais transformador.
Nas Constelações Familiares não se trabalha por número fixo de sessões. Uma constelação costuma abrir um movimento que continua a integrar-se durante semanas. Muitas pessoas fazem uma constelação por tema e voltam meses depois, quando surge outra questão.
Sim, e é frequente. As duas abordagens trabalham em planos diferentes: a psicologia acompanha de forma continuada e clínica, as constelações trazem uma leitura sistémica do que se repete. Se já tem terapeuta, informe-o de que vai participar.
Não é necessário contar detalhes. Uma constelação parte de uma frase simples sobre o que quer olhar. Muito do trabalho acontece através dos representantes e do que se movimenta no espaço, não do relato.
Mais dúvidas sobre os retiros? Consulte todas as perguntas frequentes.
O método explicado passo a passo: o que acontece numa constelação, o papel dos representantes e o que se pode esperar.
Perceber o métodoComparação direta entre as duas abordagens: enquadramento, formação, duração, custo e para que serve cada uma.
Ver a comparaçãoO que esperar de uma primeira consulta, como se prepara e onde encontrar profissionais certificados.
Saber o que esperarFale connosco antes de decidir. Uma conversa curta chega para perceber se um dos nossos retiros é o passo certo para si neste momento.
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